sábado, janeiro 12, 2002

O interface


Estive horas diante do monitor para fazer este "blog". Ainda não estou satisfeito, mas estou ansioso por escrever qualquer coisa mais do que um teste.
Quando apareceram os computadores houve quem temesse que esta máquina viesse a dominar os homens. É conhecida a lei de que tudo o que possa ser feito por uma máquina deixará de ser feita pelo homem. E já há quem pergunte: o que é que um computador não pode fazer? Autoprogramar-se, talvez. Mas já andam muitos crâneos a pensar nessa possibilidade. Outros prometem implantar "chips" por baixo do couro cabeludo e trocar com os parceiros não só pensamentos mas também sentimentos íntimos. E se derem mergulhos até ao subconsciente de cada um, lá se vai a liberdade individual, pois estou convencido que é ao subconsciente que cada homem vai buscar a réstea de identidade consigo próprio que determina o ritmo da sua irrepetível singularidade.
Só, com o meu computador passei horas a configurar meu webblog. Ainda bem que ele ainda não sente: mandar-me-ia pentear macacacos e às tantas soltaria lá do fundo das entranhas de sua memória o provérbio "Quem te manda a ti sapateiro tocar rabecão". Ou outro mais apropriado à minha idade: "burro velho não toma ensino".

quinta-feira, janeiro 10, 2002

Trata-se de um primeiro teste: sérá que isto vai dar alguma coisa de jeito? Para já uma primeira explicação do título: é um neologismo que associa pró (= a favor de) + verbo (= a palavra, no sentido popular, sentencial e proverbial de que "a falar é que a gente se entende) e biota (= ser vivo que habita qualquer ponto do universo), incluindo, portanto, qualquer extraterreste que tenha acesso a esta página. Dá para entender? Se não der por hoje vamo-nos esforçar para que dê noutra qualquer ocasião.